Os três primeiros caminhões funerários chegaram à s 9h (4h em BrasÃlia) ao Instituto Médico Legal de Paris, onde estavam alguns familiares das vÃtimas.
Os contêineres com os corpos foram transportados por estrada durante a noite a partir de Bayonne, sudoeste da França, onde chegaram na quinta-feira (16) a bordo do navio Ile-de-Sein, que também transportou destroços do avião. O instituto será responsável pelos exames técnicos e das arcadas dentárias, assim como pela coleta de amostras de DNA, que possibilitarão a identificação das vÃtimas.
As operações mobilizarão três médicos legistas, dois radiologistas e dois ortodontistas.
Após o acidente, cinquenta corpos haviam sido encontrados - assim, mais de 70 permaneceram no fundo do oceano.
Segundo uma fonte da polÃcia ouvida pela agência de notÃcias France Presse, a comissão de identificação validará (...) este trabalho de identificação para permitir que as famÃlias recebam e enterrem seus mortos. A mesma fonte informou que o objetivo é entregar o quanto antes os corpos à s famÃlias, mas que os trabalhos podem levar até duas semanas.
O chefe do Instituto de Pesquisas Criminais da PolÃcia Militar Nacional, François Daoust, havia estimado no dia 13 de junho que o trabalho de identificação levaria "semanas, e até meses".
O processo de identificação divide as famÃlias. Já indignadas no final de maio com o desenrolar da investigação técnica, elas têm opiniões divergentes sobre a decisão da justiça de resgatar os corpos para identificação.
O vice-presidente da Associação Ajuda Mútua e Solidariedade AF447, Robert Soulas, disse que operação suscitou polêmica, já que alguns queriam e outros não.
- TÃnhamos pedido à juÃza que indicasse em quais condições de dignidade o resgate dos corpos seria organizado.
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